quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sob o reflexo

sob a deriva do Tejo
o desfecho
do teso texto
que Pessoa dis-
persou

2 comentários:

Anônimo disse...

Que meu querido São Toninho de Lisboa proteja teus caminhos.
Por favor, dê a Camões o olho de vidro de Fadas, da canção de Melodia.
Um abraço em Fernando, grande Pessoa, fingidor mais sincero que existiu.
Aquela Florbela que me Espanca a alma com Tortura e Fanatismo, entregue a uma bela moça, ao tomarem um pequeno almoço, na manhã de uma noite inteira de “cinismo poético”.
Como "amor e alento são obras do momento", tome um vinho nacional qualquer, cante um fado e fume um haxi.
Eu agora vou chamar um táxi e pedir que me deixe exatamente aqui.
Vou me visitar e passar uns dias comigo.
Curtir minha solidão com um café amargo e ouvir as aventuras e desventuras de Salomão, o elefante de Saramago.
(juliana biancato)

http://julianabiancato.blogspot.com/

Janaina Cruz disse...

Perfeito, pequeno texto altamente reflexivo...

"O texto que Pessoa dispersou..."

Sigo com prazer o blog, abraços e ótimo fim de semana.